28 SET. SEX. 23H
Wipeout Beat
Quina das Beatas
Rock / Psicadélico | CC | 4€ | M/12 anos


Os Wipeout Beat são uma banda de três veteranos da cena musical de Coimbra.
Carlos Dias, Pedro “Calhau” Antunes e Miguel Padilha passaram/estão em bandas como os Bunnyrunch, Subway Riders, Garbage Catz, A Jigsaw, Objectos Perdidos, entre outras, que deram à cidade a diversidade sonora tão bem conhecida.

Em 2017, editaram na plataforma Bandcamp quatro faixas a que deram o nome de “Three Amigos EP”, músicas que incluem também na edição física do 1º disco, de 2018. Produzido pela dupla Jorri/João Rui, dos A Jigsaw. “Small Cities Big Thoughts” é o resultado de ano e meio em longas e divertidas noites, a descobrir, explorar e criar algo de que se orgulham, música simples para gente descomplicada que gosta de dançar/rockar/dançar.

19 OUT. SEX. 23H
SynlakrosS - Portalerge Core Warm-up
Quina das Beatas
Metal | CC | Entrada Livre | M/12 anos


O Warm Up da 5ª edição do Festival Portalegre Core receberá em palco os SynlakrosS, banda espanhola de Death Metal Melódico, formada em 2008, cuja intenção é injetar uma boa dose de energia, através de músicas que transportam a mente para um mundo de aventura e rebelião. Apresentam-se pela primeira vez em Portugal com o seu terceiro e novo álbum, intitulado “Malice Murder”, após pisarem o palco com bandas como Vita Imana, Agonist e Jinjer.

9 NOV. SEX. 23H
Spinning Sparks
Quina das Beatas
Rock | CC | 3€ | M/12 anos


Os Spinning Sparks, formados em Portalegre no ano de 1997, contam no seu vasto currículo com diversos concertos e passagens por festivais. Entre muitas formações e alguns hiatos, a banda sempre se procurou reinventar e expressar através da sonoridade rock, que desde o início a caraterizou.

Os Spinning Sparks, formados atualmente por José Janeiro, na voz e guitarra, Filipe Andrade, na guitarra, Pedro Silva, no baixo e Ricardo Brito, na bateria), erguem-se novamente, para regressar aos palcos e às gravações.

16 NOV. SEX. 23H
Electric Man
Quina das Beatas
Rock | CC | 3€ | M/12 anos


Electric Man é Tito Pires que, depois de se lançar a solo e trazer ao mundo o álbum de estreia homónimo, regressou com “Electric Domestique”.
Esta aventura de exploração em formato "one man band" revela-se através de um universo diverso e criativo, construído entre efeitos sonoros, batidas eletrónicas, guitarra, sintetizador, theremin e voz, evidenciando a sua identidade musical em ponto de ebulição.

30 NOV. SEX. 23H
Huggs
Quina das Beatas
Rock | CC | 3€ | M/12 anos


Simultaneamente inspirados pela energia crua e indisciplinada do panorama underground britânico e pelas baladas românticas típicas dos anos 50 e 60, os Huggs nasceram do contraste entre as melodias contagiantes glam/rock de Duarte Queiroz, na guitarra e voz e a irreverência punk e bateria pesada de Jantónio.
Ao vivo, apresentam-se como power trio, contando para isso com a ajuda de Guilherme Correia (Ditch Days). Desta forma, os Huggs imediatamente nos transportam para uma atmosfera tão suja, fria e insensível, quanto quente e apaixonante.

7 DEZ. SEX. 23H
Ditch Days
Quina das Beatas
Rock / Pop | CC | 3€ | M/12 anos


Os Ditch Days nasceram do desejo de dar forma ao imaginário de Guilherme Correia, José Crespo e Luís Medeiros. É numa toalha estendida na areia de uma qualquer praia californiana, durante a exibição ao ar livre de um qualquer filme de cinema dos anos 90, que surgem as melodias dreamy e indie da banda lisboeta.

Entre 2016 e 2017, os Ditch Days levaram “Liquid Springs”, o lugar imaginado que dá nome ao seu álbum de estreia, a todos os pontos do país e a festivais como Festins, Gliding Barnacles ou Indie Music Fest. Em 2018, regressaram aos temas novos, com “Downtown”, o primeiro de três singles compostos durante um retiro criativo na aldeia de Alvorninha, e aperfeiçoados ao longo de uma tour europeia de dez datas durante o mês de março.


14 DEZ. SEX. 23H
Cosmic Mass
Quina das Beatas
psych-garage | CC | 3€ | M/12 anos


"Com a bagagem cheia de fuzz e riffs que te expropriam os ouvidos, os Cosmic Mass são a resposta da Beira Litoral à mais recente onda psych-garage que tantos discos nos tem dado nos últimos tempos. Á garantia de um concerto frenético, o quarteto aveirense era capaz de converter as vibrações do palco em energia renovável em apenas 40 minutos de rock sem prefixo. Apesar de um disco que ainda está no forno, este tem lugar cativo nas listas e tops deste ano, e os Cosmic Mass muitos fins de semana p'ra justificar este posto, não fechando a porta a nenhum tasco que a abra. Dos King Gizzard & The Lizzard Wizard aos Oh Sees, e com toques de Syd Barret a camuflar o psicadelismo na fauna do garage-rock, isto são malhas de te fazer crescer a barba com a aura pop típica dos anúncios da TV. Resumindo: um mimo de rock!"