No último trimestre de 2017 e no 11º ano do projeto Quina das Beatas, serão muitas as estreias no café-concerto, e também alguns regressos: em setembro, começamos com o concerto duplo de Genes + Lourenço Crespo. Outubro é um mês de regressos, com os Wipeout Beat, acompanhados por Marquis Cha Cha e ainda o Punk Rock dos portalegrenses Altarados. Em estreia, iremos ter um duplo concerto, com Jasmim + Veer e ainda os húngaros Dope Calypso.
Em novembro, teremos mais um regresso, com o Hip Hop dos portalegrenses Keep Out Family e o inesquecível cantautor conhecido como Autor Desconhecido. Como estreia, em novembro apresentamos os First Breath After Coma.

Em dezembro e para finalizar a temporada da Quina em 2017, teremos um concerto da talentosa Surma.

29 SET. SEX. 23H
Genes 

Quina das Beatas
Pop / Rock | CC | 3€ | M/12 anos


Influenciado pelos nomes mais díspares (Sonic Youth, Beck), com um EP de 17 minutos - gravado no quarto com um microfone de baixa resolução - conquista lugar em alguns dos palcos mais respeitados do país (Barreiro Rocks, Musicbox, Casa Independente) partilhando palco com nomes internacionais como Gizzle ou Tommy Genesis para merecer título de "Promessa da Música Portuguesa 2017" pela revista Time Out Lisboa. Com o aclamado disco de estreia "Pessoas", editado em passado Junho, Genes embarca na sua primeira tour nacional.




6 OUT. SEX. 23H
Wipeout Beat e TITANIC (Marquis Cha Cha and his sinking friend)
Quina das Beatas
Punk / Rock | CC | 4€ | M/12 anos


Os Wipeout Beat apresentam no CAE as músicas do EP, “Three Amigos”, em formato digital e as novas músicas do seu LP, que irá sair até ao fim do ano, pela Lux Records. Os Wipeout Beat são Rock'n'Roll, órgãos e sintetizadores, a dar sempre tudo!
Na 1ª parte, teremos Marquis Cha Cha and his Sinking Friend, com um novo projeto. desta vez os Titanic, que como o nome evoca, será a representação sonora de um imaginário de progresso, sonho, luxo e poder… a ir ao fundo.


13 OUT. SEX. 23H
Jasmim + Veer
Quina das Beatas
Pop / Jazz | CC | 3€ | M/12 anos


Jasmim é Martim Braz Teixeira, de registo notarial, na guitarra e voz. O título “Oitavo Mar” serve de introdução e apresentação à arte de Jasmim. Em cinco temas que somados resultam em pouco mais de 26 minutos, tudo parece flutuar numa airosidade graciosa, quase envergonhada: círculos em câmara lenta num lago secreto assombreado de frescura e perfume. As canções “Paraíso”, “Caio”, “Sem Pressa”, “Loucura” e “João”, avançam estendidas em narrativas descomplicadas mas frondosas de matéria - bonitas -, ritmos que não reclamam urgência, voos harmónicos e melódicos embriagantes a reclamarem cores suaves.


Veer são Vera Vaz e João Farmhouse. Primeiro eram dois, depois, tornaram-se num só. Para trás, ficou o inverno, cinzento e frio. Chegou a Primavera e, com ela, duas vozes e dois instrumentos: um teclado, com uma sonoridade incisiva, marcada pela ocasional rebelião, e uma guitarra que varia, entre a inquietude e a suavidade cristalina, resultando em melodias que nos envolvem numa nostalgia cúmplice.


20 OUT. SEX. 23H
Altarados
Quina das Beatas
Punk / Rock | CC | 3€ | M/12 anos


Os Altarados nasceram no verão de 2014, em Portalegre, entre três amigos, com o único objetivo de tocar e partilhar a paixão pela música. Têm como influência o punk-rock americano dos anos 90 e nas suas músicas exploram este e outros estilos, como o ska e o hardcore.
Nas suas músicas, está sempre inerente uma forte mensagem social. As suas bandas de influência são os NOFX, Pennywise, Tara Perdida, entre outras.

31 OUT. TER. 23H
Dope Calypso [Hungria]
Quina das Beatas
Punk / Rock | CC | 4€ | M/12 anos


Imaginem uma banda garage rock, que adora Pixies e Buzzcocks e cria as suas canções com essa “fórmula”. Nascidos em Budapeste, Hungria, os Dope Calypso soam exatamente a essa mistura.
Bateria, teclado, voz e duas guitarras a criar harmonias e canções dançáveis que ficam no ouvido rapidamente, sempre com a energia rock e a atitude punk bem presentes. 
No final do ano, os Dope Calypso  apresentam-se ao público português, com muita diversão, surpresas, boa música e atitude positiva como garantias.

10 NOV. SEX. 23H
Keep Out Family
Quina das Beatas
Hip Hop | CC | 3€ | M/12 anos


Os Keep Out Family (KOF) são um grupo de 7 pessoas, que partilham a mesma paixão pela música, tendo como principal objetivo marcar os seus nomes no rap game. São constituídos por 6 rappers (Sly, Milly, G3, Diji, DihVerso, Skinny), e um responsável pela produção musical. Todos eles cresceram com o Hip Hop. Com o passar do tempo, o projeto foi crescendo e passando a ter mais elementos, mais apoios, mais oportunidades. Os KOF vieram para ficar!

17 NOV. SEX. 23H
Autor Desconhecido
Quina das Beatas
Cantautor | CC | 3€ | M/12 anos


Autor Desconhecido é Marquis Cha Cha (Marquês em Português) um pseudo-aristocrata que tenta a todo o custo chegar ao coração das pessoas (como não deu para ser cirurgião, tenta-o através da música), com as suas composições tocantes, alegres, e bem-dispostas.
Palavras do artista: “Se quiser assistir ao espetáculo e não tiver dinheiro, leve uma peça de fruta, um bocado de pão, umas hortaliças, ou peças de roupa (lavada) que já não use, ou bonecos de louça, que eu faço coleção”.



18 NOV. SÁB. 23H
Panado + Veenho
Quina das Beatas
Rock | CC | 3€ | M/12 anos


Sediados na Amexoeira, mas com as asas viradas para o mundo, é lá que chateiam os vizinhos e todos os mecânicos das redondezas. Depois de assegurarem que os mais diversos palcos deste país tinham apoio lombar, a jovem banda acampou por breves momentos nos Estúdios King (Hey Pachuco!) durante o passado Inverno, e com a ajuda do seu fiel companheiro Cláudio Fernandes, (PISTA, Nada-Nada, Cangarra entre outros), regurcitou o seu primeiro longa-duração.

"Juventude Coxa" são 3 putos, 8 músicas e tudo o que ficou pelo meio. Mais do que músicas são canções. E mais do que canções, são malhas. São 35 minutos de feedback, distorção e esquizófrenia latina. Com mais ouvidos que barriga, os Panado presenteiam-nos com uma viagem alucinante ao rock sónico dos anos 90, misturada numa nuvem de delay e melodias hipnóticas, onde o ritmo, a cor e a atmosfera das suas canções tornam "Juventude Coxa" num teatro sonoro especial.

Foi numa garagem algures em Belém que os amigos António (na guitarra e na voz), Martim (na bateria), Tó Bea (na guitarra) e Xixo (no baixo) começaram a tocar de modo irregular durante o Inverno de 2014, como que a fingir que era Verão e estavam num moshpit suado do The Smell (Los Angeles) no mítico ano de 2009.

No início do Verão de 2015, a banda começa a ensaiar frequentemente, surgindo o nome Veenho da união de conceitos como a vizinhança e a bebida sacra, que é da mesma homofonia. Entretanto, por casualidades da vida, Tó Bea acaba por abandonar o projecto, entrando Valera na guitarra.

O som do grupo é militante do garage rock moderno de várias geografias, não fossem estes rapazes fãs de sonidos como Dead Ghosts, The Parrots, Os Passos Em Volta, Filipe Alvim ou Lê Almeida. Em Dezembro de 2015, gravaram em take directo, sob produção e alçada de Filipe Sambado, um EP de seis faixas com títulos deliciosos como “Paracetamol” ou “Saideira”, sendo que a sua edição (em cassete, claro) é assumida pela frenética Xita Records.

25 Nov. SÁB. 23H
First Breah After Coma
Quina das Beatas
Post-Rock | CC | 5€ | M/12 anos


Nomeados pela Associação Europeia de Editoras Independentes para melhor disco europeu lançado em 2016, numa lista de 25, ao lado de nomes como Agnes Obel, Radiohead ou Royal Blood.

"Drifter" marcou, em 2016 o regresso dos First Breah After Coma aos discos, com salas cheias em Leiria, Porto, Coimbra e Lisboa. Contou com a colaboração de convidados como Noiserv e André Barros e, depois de aclamado pela crítica, valeu-lhes novas digressões onde pontuam passagens por salas como o Theatro Circo, CCB, Casa da Música e um palco principal no Festival Paredes de Coura. Lá fora marcam cidades como Madrid, Paris, Berlim, Amsterdão e Londres e são seleccionados para representar Portugal nos festivais Reeperbahn e Eurosonic.
Enquanto começam, calmamente, a preparar novos trabalhos, já estão a planear o regresso ao Reino Unido, a actuação no Primavera Sound e mais duas tours internacionais com salas e festivais.

O cruzamento da influência post-rock com o formato canção que fez do seu disco uma surpresa auspiciosa era apenas o início de uma viagem que agora tem um segundo capítulo.
Fecharam-se meses a fio a trabalhar de manhã à noite em experiências. Gravaram sons de quase tudo o que os rodeava, perderam-se nas discografias da evolução do rock e da música electrónica e o resultado chamado “Drifter” carrega o dna dos First Breath After Coma mas aponta ainda mais caminhos para o presente e para o futuro desta jovem formação leiriense. "Salty Eyes" foi o primeiro single, com vídeo de Vasco Mendes, ao qual se sucedeu "Umbrae".

15 DEZ. SEX. 23H
SURMA
Quina das Beatas
 
Post-rock / Electrónica | CC | 3€ | M/12 anos

Débora Umbelino é original de Leiria mas o que nos traz vem de locais bem mais exóticos. SURMA, é o seu projecto one-woman-band, onde domina teclas, samplers, cordas, vozes e loop stations em sonoridades que fogem do jazz para o post-rock, da electrónica para o noise e nos levam para paragens mais ou menos incertas, com paisagens desconhecidas e muito prazer na viagem.
O primeiro single/video de apresentação "Maasai" é produzido por Emanuel Botelho (Ex-Sensible Soccers) e misturado e masterizado por Paulo Mouta Pereira. O Video, de Eduardo Brito, foi filmado na cidade fantasma de Doel.
Está prestes a finalizar a gravação do primeiro disco, "Antwerpen", que não terá nenhum dos temas que habitualmente tem tocado ao vivo.
"Hemma", o primeiro single do disco de estreia, acabou de ser apresentado.