Quina das Beatas - Janeiro a Março 2011

 























PROJECTO «QUINA DAS BEATAS»

A "Quina das Beatas" existe há cerca de 5 anos no Centro de Artes do Espectáculo de Portalegre, sendo um espaço destinado à divulgação e apoio da nova música portuguesa, por onde já passaram mais de 150 projectos musicais.
Em 2011, teremos como destaque em cada trimestre um convidado internacional, começando as “visitas” com o irreverente e “ecológico” Rocco Recycle, em Fevereiro.


Sáb. 22 Janeiro – The Scart
Alternativa / Rock / Indie
Café –Concerto - 23.00h
Entrada 3 €

Os The Scart são um projecto recente, com a sua base perto do Tejo. Constituídos por Mariana, no baixo, voz, e ritmo, Mega, na guitarra, voz e cães, Nuno, na guitarra e voz, Passos, na bateria e gritos, e Raquel, nas letras e voz, os The Scart têm um som indie inovador com influências quanto baste da velha guarda. Com passagens pelo Cabaret Maxime, em Lisboa, pelo Concurso de Música Moderna de Corroios, em 2009 e ainda pelo Theatro Bar, em Tomar, o Teatro Virgínia, de Torres Novas, entre outros, os The Scart estão descontraidamente a tentar conquistar o “pessoal” pelo ouvido.
Nota: concerto aconselhável dos 8 aos 80; bips sonoros a abafar a tarola; e livre de ataques epilépticos à Ian Curtis [Joy Division].


Sex. 28 Janeiro – David Almeida Grupe
Ambiente
Café –Concerto - 23.00h
Entrada 3 €

David Almeida, guitarrista nascido em Portalegre, cedo teve a sua primeira experiência no mundo da música, inicialmente como baixista. Mais tarde, mudou de instrumento para a guitarra solo, a sua “ferramenta” de eleição. A partir desta mudança teve inúmeras experiências musicais, em vários estilos e com variados músicos. No início dos anos 90, mudou-se para a cidade do Porto, aí desenvolvendo vários projectos com conceituados músicos do panorama nacional. Actualmente, o David Almeida “Grupe”, que fará no CAEP o seu concerto de estreia, é um projecto de vivências, sentimentos e ambientes musicais, onde navegam mais três músicos, José Ourives, nos teclados, Pedro Manjerona, no baixo, e João Reis, na bateria, acompanhando David Almeida na comemoração dos seus 30 anos de carreira.


Sex. 04 Fevereiro – Rocco Recycle
Funk / Rock
Café – Concerto - 23.00h
Entrada 3 euros

Concerto Cancelado


Sáb. 05 Fevereiro – MUDOasMARIA
Experimental
Café – Concerto - 23.00h
Entrada 3 euros

Mudo as Maria é um quinteto de intérpretes que se intercala. É algo que se confunde com música, um presságio imaginário de uma infância freudiana, composta por compassos nostálgicos, acções imediatas e do senso comum. O som é um impulso fácil daquilo que se esconde por detrás da pele. É humano. E assim é Mudo as Maria.
Mudo as Maria nasceu em 2005, pela mão de José Matos. Algum tempo depois, convidou Igor Martins e Joana Costa para se juntarem a ele. Com esta formação, Mudo as Maria compôs um EP, um LP e duas bandas sonoras para a companhia de teatro/dança de Barcelona “Senza Tempo”. Neste momento, Mudo as Maria conta com mais dois elementos, Inês Barroca e Ruben Azevedo.
“Seja o que for, Mudo as Maria é um deleite para ser saboreado em provocantes performances ao vivo.”


Sex. 11 Fevereiro – PMDS
Imdustrial/Post-Rock
Café –Concerto - 23.00h
Entrada 3 €

PMDS é um projecto musical que se define entre Berlim e Bristol. Com base numa mescla de estilos tão diversos como o Trip-hop, o Industrial ou o Post-Rock Norte Europeu, daí surgiu um resultado experimental, causador de ambientes etéreos e pesados.
Baixos densos, sintetizadores retro, ruídos analógicos e vocalizações nebulosas fazem com que as máquinas e todos os instrumentos se encontrem de uma forma pouco convencional, criando cenários musicais que fazem divagar, doer, sentir, cair, criar...
Sem pretensiosismo, PMDS torna-se uma experiência extra-sensorial, quebrando os limites definidos de "música".


Sáb. 12 Março – Asneira
Indie/Rock
Café –Concerto - 23.00h
Entrada 3 euros

Concerto Cancelado


Sex. 18 Março – Laia
Alternativa / Ambiente / Rock
Café –Concerto - 23.00h
Entrada 3 €

«viva jesus e mais alguém»

Portugalidade.
Alguém que decida o que é isso. Qual a sua semântica. Até quando o bigode. Alguém que seja taxativo e decida o que é isso. Laia encaixa dois tipos de portugalidade. A aparente e a fictícia. Entre a conquista e o medo. O destino e o desenrascanço. No fundo, a bipolarizada pátria. O país dos heterónimos. Laia é isso tudo sem ser o que quer que seja. Instrumentos alterados. Gravados para um computador em freguesias cosmopolitas e numa ilha lusófona.
Guitarras eléctricas, mornas, adufes, coros de vozes. Um caboverdiano devorador de bossa-nova (Milton Castro/Alexandre Bernardo). Um marialva punk com patilhas até ao peito (Hélder
Almada/Pedro Trigueiro). Juntos arredondam o rock e procuram os cantos de uma canção. Se Carlos Paredes não é pós-rock, então o que andamos aqui a fazer?
Alguém que decida o que é isso…
Laia é composto por Alexandre Bernardo na Guitarra eléctrica, Pedro Trigueiro no Baixo, Cipriano Mesquita e Luís Custódio na Guitarra portuguesa e Fred na Bateria.


Sex. 25 Março – PAUS
Big Beat / Garagem
Café-Concerto - 23.00h
Preço único 3 €

PAUS é o resultado saído de quando Joaquim Albergaria, Hélio Morais, Makoto Yagyu e João ”Shela” Pereira se juntaram no estúdio com uma bateria siamesa, um baixo maior que o défice da Grécia e teclados que vos fazem sentir coisas.
Os moços dos PAUS tocaram e tocam noutras bandas que vocês podem conhecer, e até mesmo gostar [Vicious Five, Linda Martini, If Lucy Fell]. Mas é uma música nova, a que eles tocam, e é essa música que queremos que vocês ouçam. Até pode ser que gostem. Uma coisa é certa, os PAUS são do amor. Boa gente, boa onda, boa música.
Por isso, “enchufámos” os rapazes e vamos lançar o primeiro disco dos PAUS. As gravações do EP de estreia estão já na fase final e o primeiro semestre é sempre uma época sexy para se espalhar amor.”

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