Quina das Beatas

























Café –Concerto :: 23.00h
Entrada 3 €



Sex. 02 Outubro – Blasfemea
Aniversário do programa "Gira o Disco", da rádio "Tempos Livres"
Powerpop / Electro / Rock

Depois da edição do EP de estreia, “BLSFM”, os Blasfemea preparam agora a apresentação do seu primeiro álbum, “Galaxia Tropicalia”.
O disco é composto por 10 faixas, cada uma com um nome de mulher, reflectindo todas as influências e devoções dos Blasfemea.
Presente neste álbum de estreia, está também uma cover de “Dirty Diana”, do recém-falecido rei da pop, Michael Jackson, que não deixará ninguém indiferente, assim como uma participação especial dos britânicos Dead Kids.
“Galaxia Tropicalia”, revela os Blasfemea como uma banda Pop com garra e com um refrescante Psicadelismo Tropical.


Sex. 09 Outubro – Dazkarieh
especial Sons do Mundo 2009
Alternativa / Folk Rock / Experimental

Os Dazkarieh são Vasco Ribeiro Casais, na Nyckelharpa, Bouzouki, Gaita de Foles e Flauta Transversal, Luís Peixoto, no Bouzouki Irlandês e Bandolim, Joana Negrão, na Voz, Adufe e Pandeireta, e André Barros da Silva, na Bateria.
Será complicado definir em que género musical se inserem. Não é tarefa fácil descrever um som que soa a espaços tradicional e etéreo, resvalando muitas vezes para um rock poderoso, condimentado com fortes ritmos, tocados em instrumentos acústicos de forma não tradicional.
Nos últimos 3 anos, a banda fez concertos um pouco por todo o mundo, em salas e festivais de Espanha, Andorra, Bélgica, Alemanha, Polónia, República Checa, Suíça, Áustria, Estónia, Canadá, México e Cabo Verde.
Os Dazkarieh comemoram 10 anos de carreira com o álbum “Hemisférios”, disco duplo que é o 4º álbum de originais da banda e o seu trabalho mais ambicioso até à data.
Os DAZKARIEH são:
Vasco Ribeiro Casais: Nyckelharpa, Bouzouki, Gaita de Foles, Flauta Transversal;
Luís Peixoto: Bouzouki Irlandês, Bandolim;
Joana Negrão: Voz, Adufe e Pandeireta;
André Barros da Silva: Bateria


Sex. 16 Outubro – Uxu kalhus
especial Sons do Mundo 2009
Folk Rock

Nascidos em 2000, com o objectivo de levar as danças portuguesas a França, os Uxu Kalhus cedo revelaram a sua vocação de grupo de Fusão e World Music, mesclando as influências de cada um dos seus componentes, de forma a obter um resultado ímpar no panorama nacional e internacional do movimento Folk. O trabalho que o grupo desenvolveu ao longo destes anos, reflecte-se no seu primeiro CD, “A Revolta dos Badalos”, de 2006, onde as composições do grupo alternam com arranjos de danças portuguesas, que até hoje raramente saíram do domínio Folclórico.
É assim que o Malhão, a Erva Cidreira, o Mata Aranha, o Saraquité ou o Regadinho, adquirem uma dinâmica nova, fracturante com o passado, com ritmos de bateria, baixos jazzísticos e arranjos com influências Afro, Ska, Rock, Drum and Bass, Hip Hop, etc.
A regra de ouro d’ os Uxu Kalhus é extravasar as fronteiras do tradicional, sem preconceitos nem limitações, privilegiando a energia e a improvisação, em detrimento da música previsível e “quadrada”, mantendo o baile como forma de expressão, onde cada um encontra o seu espaço de realização.
Uxu Kalhus é um colectivo que não quer guardar para si segredos...


Sex. 23 Outubro – Aquaparque
Glamourosa

Os Aquaparque não fazem "canção portuguesa" (daquela que cheira obviamente a rio, saudade e outras coisas de postal), não fazem rock (aprenderam que era possível esquecê-lo para soarmos a nós, mesmo que tenham crescido com guitarras).Talvez o que façam seja pop, mas que pop soa assim? Fazem, isso sim, e pela primeira vez desde os melhores Heróis do Mar, António Variações, GNR e Pop Dell' Arte, verdadeira canção de formas contemporâneas, cantada em português.
“É Isso Aí”, o seu disco de estreia, é cantado como André Ferreira (letras, programações, vozes) e Pedro Magina (voz principal, teclado), os dois membros, falam na rua, um para o outro, para os amigos, para a família, para desconhecidos, mas também é mais que isso. É uma poética que por vezes soa a calão espiritual, por outras à mais fluente e simples das canções de amor, escárnio e rodopio. As melodias de voz e métricas de Magina, uma espécie de Luís Portugal baleárico, uivos de peito aberto, são pontuados por indicações vocais de Ferreira, algures entre um gingar pugilista e uma briga de rua transcendental.
Pedro Gomes // Filho Único


Sex. 30 Outubro – Corsage
Pop / Alternativa

Os Corsage lançaram recentemente o seu segundo disco de originais, “Finito L’ Amore” e chegou a altura de o apresentar ao vivo. O som da banda é um pop singular, de canções curtas e por vezes dançáveis, outras vezes intensas, por vezes introspectivas, mas sempre bonitas e melodiosas, com influências dos anos 60 mas também da sonoridade pop que daí resultou.
A banda é constituída por dois ex-Raindogs, Cello e Actvs Trágicvus: Pedro Temporão, no Baixo, Carlos António Santos, nos teclados e acordeão, Henrique Amoroso, na voz, Nuno Damião, na guitarra e trompete e Rui Coelho na bateria.
“Imaginativos, bem ritmados, divertidos e às vezes introspectivos, os Corsage são uma grande revelação da música nacional.”
Revista Sábado


Sex. 06 Novembro – ALTO!
Punk / Rock

Formados em 2008, por elementos dos Green Machine e Black Bombaim e sediados debaixo de um mini mercado em Barcelos, carinhosamente conhecido como “Bunker”, os ALTO! são 4 indivíduos surdos, desempregados e aborrecidos.
Editaram em início de 2009 o EP “See you in Hell, Ron”, pela editora Lovers and Lollypops. Nele se notam as influências do rock mecânico, repetitivo e contagiante, também presente em conjuntos como os míticos The Monks, os Black Lips ou os The Fall.
O mundo nunca mais será o mesmo depois dos ALTO!
Ou será, mas com ligeiras nuances…


Sex. 13 Novembro – Jezebel
Alternativo/Indie

Os Jezebel são uma banda de Metal, formada em Portalegre em 1995, vencedora de concursos musicais e de vários prémios para a melhor letra . O grupo, fundado por Tóz e Fert, passou por várias mudanças de formação desde a sua criação, com 15 músicos a terem passado já pelos Jezebel.
A actual formação da banda tem quase dois anos, e ensaia uma vez por semana, para o grande “deleite” dos seus vizinhos (rotina que vem já desde os anos de criação do grupo). O trabalho que os Jezebel vão apresentar no CAEP, irá não só contar com novas músicas, mas também com alguns temas mais antigos. O estilo musical e a presença carismática em palco, contribuem para um espectáculo inesquecível, provando que os Jezebel, uma das bandas mais “veteranas” da cidade ainda em actualidade, não perderam o “jeito”…

Guitarra eléctrica e Voz - Tóz
Bateria - Fert
Teclado - Freiras
Baixo - Xixas
Voz principal - Andreia


Sex. 27 Novembro – Ignis
Rock Sinfónico

Os Ignis são uma banda de Rock Sinfónico proveniente de Portalegre, que conta com 2 anos de existência e de trabalho no encontro da sonoridade pretendida.
O grupo é constituído por Liliana Vaz, na voz, Amílcar Prates, nos teclados, Luís Romão, na guitarra, Nuno Miranda, no baixo e João Conchinha, na bateria.
Recentemente, os Ignis abriram em Portalegre o concerto dos Boss AC.
Ao assistir a um espectáculo dos Ignis, pode contar com um registo musical forte, melódico e rítmico, com uma imagem também ela muito forte. Pode-se apreciar também os efeitos multimédia produzidos pelo grupo, efeitos cénicos de palco únicos, entre muitos outros adereços e surpresas que deixamos ao sabor da imaginação…


Sex. 11 Dezembro – d3ö - Exposed
Rock / Blues / Punk

Os d3ö já não terminam concertos em tronco nu, mas estão mais expostos que nunca. Depois de 3 EP’s, surge a maturidade musical num álbum de estreia, em que o trio se apresenta sem artifícios, capaz de transmitir a força do grupo e sacralizar as suas poderosas actuações ao vivo.
“Exposed” apresenta doze canções intensas, introduzidas por dois clássicos recentes dos seus concertos, “Junior Daddy” e o single “Wanna Hold You” (com direito a videoclip realizado por Cláudia Batalhão).
Das canções mais recentes do trio, constituído por Toni Fortuna (a voz dos míticos Tédio Boys), Tó Rui e Miguel Benedito (dois ex-Garbage Catz), destaque para o refrão cativante de “On The Phone” e o groove frenético de “Yellow Sand”. “Say You Will”, promete tornar-se no novo hino da banda e “What You Doing?”, é de uma intensidade surpreendente.
A estreia em longa duração dos d3ö, surge quase sete anos depois do primeiro concerto da banda, mas é a prova de que o rock é feito de atitude, de entrega, de suor e muita estrada. “Exposed” condensa em 42 minutos a força e o poder da banda que melhor sente e transmite rock em Portugal.
Absolutamente genuíno...


Sex. 18 Dezembro – Tiguana Bibles
Rock

Tracy Vandal (Karelia, Giant Paw, Lincoln) – voz
Victor Torpedo (Tédio Boys, Parkinsons, Blood Safari) – guitarra
Kaló (Tédio Boys, Bunnyranch) – bateria
Pedro Serra (Ruby Ann & The Boppin'Boozers) – contrabaixo
Paul Hofner (Gretschen Hofner)- guitarra

Os Tiguana Bibles não são um super-grupo, talvez mais uma reunião de velhos amigos…
Victor Torpedo, dos Blood Safari (Guitarra) e Kaló, dos Bunnyranch (Bateria), trabalharam juntos durante uma década nos míticos Tédio Boys, enquanto Kaló e P-Rocka (Contrabaixo), tinham estado juntos na primeira formação dos Garbage Catz.
Estão todos agora reunidos (ainda com Paul Hofner na guitarra), no projecto Tiguana Bibles, com a voz de Tracy Vandal (ex-membro dos Karelia, uma das primeiras bandas de Alex Kapranos, vocalista dos Franz Ferdinand).
Os “verdadeiros” Tijuana Bibles, são pequenos livros de banda desenhada erótica, que proliferaram nos EUA entre os anos 20 e a década de 60.
Em época de nova recessão mundial, os Tiguana Bibles procuram sair da clandestinidade e furar o espectro alternativo que sempre foi o ‘habitat’ natural dos seus membros.
Para isso, recrutaram Boz Boorer (guitarrista e director musical de Morrissey), para produzir o EP de estreia, o surpreendente “Child Of The Moon”, que nos apresenta cinco canções que parecem existir desde sempre, ou pelo menos desde que Nancy Sinatra, Jane Birkin e demais deusas do desfrute tornaram aceitável – e desejável! – que a luxúria e demais pecadilhos encarnassem em voz de mulher.

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