Quina das Beatas





























Café–concerto :: 23.00h
Entrada 3 €


Sáb. 04 Abril – NOISERV + BERNHARD EDER
Pop / Acústico / Indie


“One Hundred Miles From Thoughtlessness”, álbum de estreia dos Noiserv, saído em 2008, é um passo declarado e afirmado na sua evolução. Um disco feito de canções que nascem da inquietude do quarto pela voz lúgubre da guitarra, e que aos poucos vão sendo dissecadas e trabalhadas, até atingirem uma dimensão plena de criatividade.

A inclusão de diferentes elementos como caixas de música, pequenos ruídos mundanos, sintetizadores e xilofones, dão-lhe um novo carácter e novas cores sem que se perca a essência da canção, que aqui constituem pequenos retratos, figuras imaginárias, narrativas incompletas, espelhando as vivências, a inocência e espontaneidade do seu autor, de uma forma tão honesta e sincera que será difícil não nos deixarmos tocar...

Bernhard Eder é um cantor/compositor oriundo de Viena. O seu disco de estreia, "The Living Room Sessions", foi lançado em 2007, e o seu segundo, "Tales from the East Side", em Outubro de 2008.

O grupo, constituído por Eder na voz e guitarra, e Vera Fleischanderl, no violino, viola e melódica, têm como influências Elliott Smith, Nick Drake, The Beatles, Beth Gibbons, Neil Young, Kings of Convenience, Radiohead, Sean Lennon, etc...


Sex. 10 Abril – The Soaked Lamb
Blues/Jazz

Os The Soaked Lamb (tradução livre: Ensopado de Cordeiro) são uma banda de raízes, com predominância para os blues dos anos trinta e quarenta, com “pedaços” de swing, ragtime, boogie, e influências do jazz dessa mesma época.
Este autêntico “caldo” de influências é constituído por Mariana Lima, na voz, Afonso Cruz, nas guitarras, ukulele, harmónica e banjo, Luis Alvoeiro, no contrabaixo, Vasco Condessa, no piano e orgão, Miguel Lima, na bateria e percussão e Tiago Albuquerque no saxofone, guitarra e clarinete.

“Homemade Blues”, o seu primeiro registo, de 2007, foi uma óptima surpresa no panorama da música nacional, talvez por ser um disco de blues, género tão pouco explorado no nosso país…


Sex. 17 Abril – Spinning Sparks
Hard Rock

Os Spinning Sparks são uma banda de rock que se formou em Portalegre no ano de 1997, data em que a formação original gravou a sua primeira demo, intitulada “The First Spin”. As influências da banda são as mais variadas, passando pelo Hard Rock e pelo Heavy Metal.

De 1997 a 2004, o grupo continuou activo, e por entre diversas formações e quatro CD’s promocionais gravados, os Spinning Sparks deram vários concertos pelo Alentejo e Algarve.
Em 2007, os Sparks regressaram a tempo inteiro e com energia redobrada, com uma nova formação constituída pelo seu único membro original, José Janeiro (Guitarra e Voz) e três novos elementos, Ricardo Gordo (Guitarra), Luís Anacleto (Bateria) e San (Baixo).

Os Spinning Sparks continuam iguais, mas com a sonoridade única que sempre os caracterizou, neste ansiado regresso aos palcos no CAEP, 5 anos depois do seu último concerto…


Sáb. 25 Abril – Norberto Lobo
Acústico

Norberto Lobo é um músico lisboeta e “Mudar de Bina” o seu primeiro (extraordinário) álbum em nome próprio, um disco quase absolutamente centrado na sonoridade da guitarra acústica e, por essa via, na sua capacidade expressiva e interpretativa como guitarrista.

Os truques de produção são mínimos e apenas direccionados ao ajustar da música para o seu ambiente natural: precisamente o seu carácter físico, humano e popular (com uma sentida homenagem a um grande guitarrista, Carlos Paredes).

A música de Norberto Lobo não pode ser caracterizada como “difícil”; pelo contrário, a forma como é trabalhada (os baixos alternados, o vigor das harmonizações, a densidade dos arpejos, o brilho das linhas melódicas) põe a sua apreciação num patamar anterior ao da avaliação intelectual pura, aproximando-se uma vez mais da música de carácter popular (dois dos temas são aliás variações sobre melodias populares).
Nela indistintamente convivem elementos de pendor mais contemplativo com outros reveladores de uma alegria e humor vitais…


Sex. 08 Maio – Kaviar
Pop / Rock

Com novo álbum em 2009, os Kaviar, constituídos por Humberto Felício, nas vozes e guitarras, Afonso Alberty, no baixo, Hélder Martins, na bateria, Mossy, nas teclas e Miguel Damas, na guitarra, regressam aos palcos nacionais e internacionais, que já partilharam anteriormente com diversos projectos, dos mais conceituados da cena musical portuguesa, tais como os Da Weasel, Blasted Mechanism, Blind Zero, Wraygunn, Bunnyranch e X-Wife.

O novo trabalho dos Kaviar, intitulado “Beluga”, é a confirmação da competência já reconhecida nos média e uma aposta ao mais alto nível no Rock nacional.


Qui. 21 Maio – Loosers
Alternativo/Indie

José Miguel - Bateria, voz, electrónica, percussão
Rui - Baixo/Guitarra, voz, electrónica, percussão
Tiago - Baixo/Guitarra, voz, electrónica, percussão

Se a história da música nacional, urbana e de vanguarda muitas vezes se pautou pela ausência de gravações em número suficiente e representatividade, os Loosers não serão, de todo, um exemplo, já que têm vindo a documentar o seu trabalho regularmente, destacando-se por exemplo os álbuns “Slugs”, “For All The Round Suns”, e "Otha Goat Head”, entre muitas outras edições, algumas internacionais.

Os Loosers tornaram-se um exemplo modelar de engenho, produtividade, trabalho e constante renovação, um representante mais que relevante do underground actual, em qualquer local do mundo.
Cada concerto que os Loosers dão tornou-se um momento tão irrepetível quanto fundamental, no qual é obrigatório marcar presença.

Espera-se para a Quina uma noite de confluências tribalistas e urbanas contemporâneas da maior qualidade.


Sex. 22 Maio – The Clits
New Wave / Punk / Eletrônica

The Clits é um projecto da nova vaga de electro-punk feminista, com influências do ícone punk alemão, Nina Hagen, do cabaret pop-punk dos americanos Dresden Dolls e dos Joy Division.
Criado em 2006, é constituído por Ana Leorne (voz) e Lena F. (Voz, guitarra e programações), sendo a sua principal característica a faceta interventiva e performativa.

“The World is a Mess but my Hair is Perfect” é o primeiro registo fonográfico, um EP com sete faixas, entre as quais “Girl Next Door” e “Somebody Else’s Body”, que já fazem parte do universo de quem frequenta o seu myspace e segue de perto o grupo “on the road”…

A crítica caracterizou o projecto como “um misto de Peaches com Scissor Sisters, mas com qualidade e originalidade”, “uma dupla nacional com excelente atitude sonora e interpretativa… Electroclash/sexy/provocador de bom nível!”.


Sáb. 23 Maio – X-Wife
Rock / Electro / Punk

Depois de uma estreia marcante com “Feeding the Machine” e da confirmação de todo o seu potencial com “Side Effects”, os X-Wife editaram aquele que foi um dos melhores registos de 2008, “Are You Ready For The Blackout?”, que marca em definitivo os X-Wife como um dos grupos mais modernos da cena electro-rock made in Portugal.

Composto por 12 canções, “Are You Ready For The Blackout?” regista uns X-Wife sintonizados com o que melhor se faz à escala planetária, e com um domínio absoluto da sua linguagem, cada vez mais madura e autónoma.

“On the Radio”, single inicial de “Are You Ready For The Blackout?”, contou com a participação de Raquel Ralha (Wray Gunn) nos coros, uma canção surpreendente e dançável para agitar os corpos em dias de festa e celebração.


Sex. 05 Junho – Lost Park
Alternativa / Rock

“Estamos sempre a acordar de sub-sonhos que repartidos por Terra (Pedro) – Água (Nuno) – Ar (Rui), alimentam "uma" Viagem. Chegados ao hangar, na plataforma escolhida encontrámos Fogo Sónico. Somos um Carrossel de Gargalhadas Puras...”

Os Lost Park são um jovem grupo oriundo de Lisboa, constituído por Rui Guimarães, na voz e guitarra, Nuno Santos, no baixo, e Pedro Espírito Santo na bateria, vincadamente influenciados pelos anos 80 e por um som descendente das paisagens urbanas de Manchester (Joy Division), pela vaga de som glam e gótico que marcou a pop dos anos 80 e 90 (Bauhaus e Suede), por compositores imbuídos de um espírito messiânico e “maldito” como Nick Cave, e por um lado mais sujo, anárquico e interventivo espelhado nos míticos Dead Kennedys, Ministry, Nine Inch Nails e o “sucúbo” dos palcos e iconoclasta Iggy Pop…

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